I- 1° AlgarismoII- 2° AlgarismoIII- 3° AlgarismoIV- penúltima faixa: multiplicador (10^n)
V- última faixa: tolerância em percentagem (%)
Obs: No código de Cores para Capacitores a ùltima faixa é a Tensão de Trabalho [W.V]
(Work Voltage)
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quarta-feira, 29 de junho de 2016
Código de Cores
Como montar o código de Cores?
Dica: Lembrar de uma frase para montar a tabela de cores.
Frase: Prefeitura Municipal de Vassouras LAVA Várias Camisas Brancas
1° A partir das letras maiúsculas montamos a tabela com as iniciais do nome de cada cor (Ex: M-> Marrom)
2° Quando tivermos dúvida a respeito de qual cor corresponde a letra inicial, é só seguirmos a ordem alfabética. Ex: (V- o primeiro "v" é de verde, vermelho ou violeta? pela ordem alfabética vermelho é o "vencedor", logo o 1° V corresponde ao vermelho, isso também ocorre com o Azul e Amarelo).
#Montando a tabela:
Preto
Marrom
Vermelho
Laranja
Amarelo
Verde
Azul
Violeta
Cinza
Branco
3°- Numeramos as cores com uma sequência de números naturais.
Obs: partindo do Zero
0- Preto
1- Marrom
2- Vermelho
3- Laranja
4- Amarelo
5- Verde
6- Azul
7- Violeta
8- Cinza
9- Branco
4°- Colocamos a abreviação das Cores, essa abreviação é feita da seguinte forma: 1. A abreviação pode ser com a letra inicial + consoantes da mesma sílaba(Ex: Preto- PR) , 2. pode ser feita com consoantes das primeiras duas sílabas (Ex:Laranja- LR) ou 3. pode ser feita com letra inicial + consoante de outra sílaba.
0- Preto -PR
1- Marrom -MR
2- Vermelho -VM
3- Laranja -LR
4- Amarelo -AM
5- Verde VD-
6- Azul -AZ
7- Violeta -VL
8- Cinza -CZ
9- Branco -BR
PR MR VM LR AM VD AZ VI CZ BR
Nossa Tabela de Código de Cores está completa :D'
Dica: Lembrar de uma frase para montar a tabela de cores.
Frase: Prefeitura Municipal de Vassouras LAVA Várias Camisas Brancas
1° A partir das letras maiúsculas montamos a tabela com as iniciais do nome de cada cor (Ex: M-> Marrom)
2° Quando tivermos dúvida a respeito de qual cor corresponde a letra inicial, é só seguirmos a ordem alfabética. Ex: (V- o primeiro "v" é de verde, vermelho ou violeta? pela ordem alfabética vermelho é o "vencedor", logo o 1° V corresponde ao vermelho, isso também ocorre com o Azul e Amarelo).
#Montando a tabela:
Preto
Marrom
Vermelho
Laranja
Amarelo
Verde
Azul
Violeta
Cinza
Branco
3°- Numeramos as cores com uma sequência de números naturais.
Obs: partindo do Zero
0- Preto
1- Marrom
2- Vermelho
3- Laranja
4- Amarelo
5- Verde
6- Azul
7- Violeta
8- Cinza
9- Branco
4°- Colocamos a abreviação das Cores, essa abreviação é feita da seguinte forma: 1. A abreviação pode ser com a letra inicial + consoantes da mesma sílaba(Ex: Preto- PR) , 2. pode ser feita com consoantes das primeiras duas sílabas (Ex:Laranja- LR) ou 3. pode ser feita com letra inicial + consoante de outra sílaba.
0- Preto -PR
1- Marrom -MR
2- Vermelho -VM
3- Laranja -LR
4- Amarelo -AM
5- Verde VD-
6- Azul -AZ
7- Violeta -VL
8- Cinza -CZ
9- Branco -BR
PR MR VM LR AM VD AZ VI CZ BR
Nossa Tabela de Código de Cores está completa :D'
terça-feira, 28 de junho de 2016
sexta-feira, 24 de junho de 2016
Faraday x Henry
#QuemDescobriuAinduçãoEletromag ?
#TeamHenry
x
#TeamFaraday
Em 1820 foi divulgado o experimento de Oersted, que mostrou que uma corrente elétrica cria um campo magnético. Imediatamente os físicos pensaram no fenômeno inverso: seria possível que um campo magnético criasse corrente elétricas? Passaram então a realizar experimentos na tentativa de atingir esse efeito, mas inicialmente não obtiveram sucesso. O primeiro a detectar o fenômeno foi o americano Joseph Henry (1797-1878), professor de Matemática e Filosofia na Academia de Albany, Em Nova Iorque. Nessa instituição, os professores tinham que se dedicar integralmente ao ensino e a atividades administrativas; não havia tempo para a pesquisa. Assim, Henry aproveitava as férias de verão para realizar seus experimentos, e foi numa dessas ocasiões, em agosto de 1830, que ele percebeu de que maneira um campo magnético pode produzir corrente elétrica. Porém, como o período de férias logo chegou ao fim, ele não completou seus estudos sobre o fenômeno, muito menos publicou um texto relatando sua descoberta. O cientista voltou então para casa, planejando terminar a pesquisa em agosto do ano seguinte.
#TeamHenry
x
#TeamFaraday
Henry x Faraday
Em 1820 foi divulgado o experimento de Oersted, que mostrou que uma corrente elétrica cria um campo magnético. Imediatamente os físicos pensaram no fenômeno inverso: seria possível que um campo magnético criasse corrente elétricas? Passaram então a realizar experimentos na tentativa de atingir esse efeito, mas inicialmente não obtiveram sucesso. O primeiro a detectar o fenômeno foi o americano Joseph Henry (1797-1878), professor de Matemática e Filosofia na Academia de Albany, Em Nova Iorque. Nessa instituição, os professores tinham que se dedicar integralmente ao ensino e a atividades administrativas; não havia tempo para a pesquisa. Assim, Henry aproveitava as férias de verão para realizar seus experimentos, e foi numa dessas ocasiões, em agosto de 1830, que ele percebeu de que maneira um campo magnético pode produzir corrente elétrica. Porém, como o período de férias logo chegou ao fim, ele não completou seus estudos sobre o fenômeno, muito menos publicou um texto relatando sua descoberta. O cientista voltou então para casa, planejando terminar a pesquisa em agosto do ano seguinte.
Porém, antes que ele conseguisse isso, do outro lado do Atlânco, em meados de 1831, o inglês Michael Faraday também detectou esse fenômeno.Diferente de Henry, Faraday tinha mais tempo para pesquisar e, assim pôde estudar o fenômeno com mais detalhes, obtendo inclusive uma lei quantitativa. Por esse motivo, Faraday é considerado o descobridor da produção de corrente elétrica a partir do campo magnético, fenômeno conhecido como indução eletromagnética.Porém, antes que ele conseguisse isso, do outro lado do Atlânco, em meados de 1831, o inglês Michael Faraday também detectou esse fenômeno.Diferente de Henry, Faraday tinha mais tempo para pesquisar e, assim pôde estudar o fenômeno com mais detalhes, obtendo inclusive uma lei quantitativa. Por esse motivo, Faraday é considerado o descobridor da produção de corrente elétrica a partir do campo magnético, fenômeno conhecido como indução eletromagnética.
quinta-feira, 23 de junho de 2016
Raiz de um Número Negativo
Durante muitos anos os matemáticos tentaram descobrir uma maneira de determinar a raiz quadrada de um número negativo. Muitos diziam ser impossível tal solução, tendo em vista as propriedades desta raiz.
A raiz de um número é calculada descobrindo qual número multiplicado por ele mesmo resultada no valor da raiz. Por exemplo, sabemos que a raiz quadrada de 25 (√25) é 5, pois 5 x 5 = 25. Com base nessa propriedade, não podemos determinar a raiz de −25, pois (−5) x (−5) = + 25. Por isso, não conseguimos determinar a raiz de um número negativo por meio da referida propriedade.
Por volta do séc. XVI os matemáticos resolveram o problema da raiz de um número negativo, associando a raiz de √−1 a um número imaginário, representado pela letra i. Dessa forma, as raízes de numerais negativos poderiam ser calculadas com a associação do número imaginário e a raiz quadrada do número inteiro. Observe como resolver a raiz quadrada do número inteiro negativo, utilizando o número imaginário:
A descoberta auxiliou na resolução de equações do 2º grau, quando nas quais o valor do discriminante fosse um número negativo. Assim sendo, as equações eram resolvidas com base em um novo conjunto numérico que surgia, o dos números complexos. Nesse conjunto, os números são constituídos de uma parte real e outra parte imaginária. Por exemplo, o número z = 3 + 4i é considerado um número complexo, onde a parte real corresponde a 3 e a parte imaginária é igual a 4.
A raiz de um número é calculada descobrindo qual número multiplicado por ele mesmo resultada no valor da raiz. Por exemplo, sabemos que a raiz quadrada de 25 (√25) é 5, pois 5 x 5 = 25. Com base nessa propriedade, não podemos determinar a raiz de −25, pois (−5) x (−5) = + 25. Por isso, não conseguimos determinar a raiz de um número negativo por meio da referida propriedade.
Por volta do séc. XVI os matemáticos resolveram o problema da raiz de um número negativo, associando a raiz de √−1 a um número imaginário, representado pela letra i. Dessa forma, as raízes de numerais negativos poderiam ser calculadas com a associação do número imaginário e a raiz quadrada do número inteiro. Observe como resolver a raiz quadrada do número inteiro negativo, utilizando o número imaginário:
A descoberta auxiliou na resolução de equações do 2º grau, quando nas quais o valor do discriminante fosse um número negativo. Assim sendo, as equações eram resolvidas com base em um novo conjunto numérico que surgia, o dos números complexos. Nesse conjunto, os números são constituídos de uma parte real e outra parte imaginária. Por exemplo, o número z = 3 + 4i é considerado um número complexo, onde a parte real corresponde a 3 e a parte imaginária é igual a 4.
#Em poucas Palavras: Muitos matemáticos queriam determinar o valor da raiz quadrada de números negativos, foi por volta do séc. XVI que alguns matemáticos associaram a √−1 a um número imaginário, esse número imaginário era representado pela letra i. Com o número imaginário eles conseguiam determinar a raiz quadrada de números negativos, por exemplo,√−4= 2i. Com o número imaginário os matemáticos conseguiram resolver muitas equações do 2° grau no qual o discriminante era um número negativo.
O que é Conjugado? pra que Serve?
* O que é conjugado?
É um número complexo que tem na sua parte imaginária o sinal oposto.
* Para que serve?
O conjugado serve para tirar a "raiz quadrada" do denominador, esse processo é chamado de racionalização de denominadores, a racionalização consiste em se obter uma fração equivalente (fração igual) com denominador racional, para substituir uma outra com denominador irracional.
Numa fração de números complexos temos um número irracional que muitas das vezes não percebemos pelo simples fato dele está implícito.
Esse número é o número imaginário "i" que vale (√-1), portanto devemos tirá-lo do denominador.
OBS: Usamos o conjugado desde o ensino fundamental (geralmente no 9° ano), mas só com a parte real, por isso não precisava trocar sinal.
Exemplo:
Já com números complexos devemos trocar o sinal da parte imaginária.
Exemplo:
É um número complexo que tem na sua parte imaginária o sinal oposto.
* Para que serve?
O conjugado serve para tirar a "raiz quadrada" do denominador, esse processo é chamado de racionalização de denominadores, a racionalização consiste em se obter uma fração equivalente (fração igual) com denominador racional, para substituir uma outra com denominador irracional.
Numa fração de números complexos temos um número irracional que muitas das vezes não percebemos pelo simples fato dele está implícito.
Esse número é o número imaginário "i" que vale (√-1), portanto devemos tirá-lo do denominador.
OBS: Usamos o conjugado desde o ensino fundamental (geralmente no 9° ano), mas só com a parte real, por isso não precisava trocar sinal.
Exemplo:

Já com números complexos devemos trocar o sinal da parte imaginária.
Exemplo:
Z=1+2i
quarta-feira, 22 de junho de 2016
Por que o Coeficiente de atrito(µ) é adimensional?
Análise Dimensional*
Fat=µ. N
[N]= µ. [N]
[N] / [N]=µ
1=µ
ou Pela tangente
Fat=µ. N
[N]= µ. [N]
[N] / [N]=µ
1=µ
ou Pela tangente
Frequência de Ressonância
A frequência de Ressonância é a frequência de Sintonia, é uma frequência muito especial, é a frequência onde mágicas acontecem.
-Grégory Frizon Gusbert
Na frequência de Ressonância, A Impedância é Real, ou seja, Puramente resistiva, esse é o princípio dos filtros passa-faixa(band-pass) e rejeita-faixa(notch).
O valor da Frequência de Ressonância é dado pela equação:
fr= 1/2π√L.√C
Dedução*
XL=Xc
ωL=1/ωc
2πfL=1/2πfC
(2πfL) . (2πfC)= 1
(2πf)². L.C= 1
(2πf)²= 1/L.C
f²= 1/(2π)².L.C
f= √1/√(2π)².√L.√C
f= 1/2π√L.√C
ou
ω= 1/√L.√C
O comportamento dos circuitos LC e circuitos RLC são fundamentalmente relacionados à frequência de ressonância. O circuito LC, composto por um indutor (L) e um capacitor(C), é um modelo idealizado, visto que não assume a dissipação de energia devido à resistência elétrica (efeito Joule). Ao incorporar a resistência (R), obtemos um circuito RLC. Na frequência natural deste circuito, a impedância indutiva torna-se igual ao valor, em módulo, da impedância capacitiva. Por possuírem sinais opostos, cancelam-se, logo a impedância do circuito será puramente resistiva, seja nos circuitos em série ou em paralelo. Em outras palavras, XL = XC. Isso implica que o circuito está usando toda energia fornecida ao seu favor, sem utilizar da potência para alimentar os indutores e capacitores.
-Grégory Frizon Gusbert
Na frequência de Ressonância, A Impedância é Real, ou seja, Puramente resistiva, esse é o princípio dos filtros passa-faixa(band-pass) e rejeita-faixa(notch).
O valor da Frequência de Ressonância é dado pela equação:
fr= 1/2π√L.√C
Dedução*
XL=Xc
ωL=1/ωc
2πfL=1/2πfC
(2πfL) . (2πfC)= 1
(2πf)². L.C= 1
(2πf)²= 1/L.C
f²= 1/(2π)².L.C
f= √1/√(2π)².√L.√C
f= 1/2π√L.√C
ou
ω= 1/√L.√C
O comportamento dos circuitos LC e circuitos RLC são fundamentalmente relacionados à frequência de ressonância. O circuito LC, composto por um indutor (L) e um capacitor(C), é um modelo idealizado, visto que não assume a dissipação de energia devido à resistência elétrica (efeito Joule). Ao incorporar a resistência (R), obtemos um circuito RLC. Na frequência natural deste circuito, a impedância indutiva torna-se igual ao valor, em módulo, da impedância capacitiva. Por possuírem sinais opostos, cancelam-se, logo a impedância do circuito será puramente resistiva, seja nos circuitos em série ou em paralelo. Em outras palavras, XL = XC. Isso implica que o circuito está usando toda energia fornecida ao seu favor, sem utilizar da potência para alimentar os indutores e capacitores.
sexta-feira, 17 de junho de 2016
Conceitos de Seno e Cosseno
Co-seno é a projeção no eixo horizontal x do segmento de reta que parte do centro do círculo trigonométrico e vai até a circunferência.
Seno é a projeção no eixo vertical y do segmento de reta que parte do centro do círculo trigonométrico e vai até a circunferência.
Seno é a projeção no eixo vertical y do segmento de reta que parte do centro do círculo trigonométrico e vai até a circunferência.
Outros nomes do Indutor
Os indutores possuem outros nomes que são também adotados na literatura, e pode variar conforme o circuito aplicado.
O termo Bobina, Choque, e até mesmo Reator reference ao mesmo componente.
Os Reatores são um tipo de bobina utilizados especialmente em lampadas florescentes, são grandes e pesados e hoje em muitos casos são substituídos por circuitos especiais, sua função é regular o fluxo de corrente.
Termo Choke ou Choque vem do inglês choking ou seja bloquear, quando usado em filtros que eliminam altas frequências. Os Choques são normalmente construídos em pares de forma que a carga imposta a eles tenha os dois polos ligados a cada bobina que estão em série com o circuito, ao contrário dos transformadores que tem a bobina em paralelo com a carga e a fonte.
Já o termo bobina se refere apenas ao fato de um indutor ser formado por um fio enrolado chamado de bobina. Bobina é basicamente o conjunto de espiras enroladas.
quinta-feira, 16 de junho de 2016
Migração Pendular
Migração pendular (ou migração diária) é pelo qual milhões de pessoas saem de sua cidade no período da manhã para cumprir jornada de trabalho em outra cidade, retornando só à noite para casa.
Esses fluxos não configuram exatamente uma migração, pois não é uma mudança definitiva nem por longo período.
Entre os casos mais comuns de migração pendular está o dos boias-frias, que saem da cidade e se deslocam para o meio rural para exercer sua atividade.
#Em outras palavras, a migração pendular é chamada justamente assim porque lembra o pêndulo que faz o movimento de ir e voltar brevemente. A migração pendular é o deslocamento de pessoas para outras cidades a fim de trabalhar, porém no mesmo dia voltar. Esse retorno, geralmente é na parte noturna.
quarta-feira, 15 de junho de 2016
Constantes que são Constantes
Numa fórmula, há constantes. Essas constantes tem seu módulo retido, não é a toa que são chamadas de constantes.
Exemplos:
1. U=RI -> 1° Lei de George Ohm k =R
2. ΣF=m.a -> 2° Lei de Newton (Princípio Fundamental da Dinâmica [PFD]) k=m
3. V=λ.f -> Equação Fundamental das Ondas k=f
Exemplos:
1. U=RI -> 1° Lei de George Ohm k =R
2. ΣF=m.a -> 2° Lei de Newton (Princípio Fundamental da Dinâmica [PFD]) k=m
3. V=λ.f -> Equação Fundamental das Ondas k=f
terça-feira, 14 de junho de 2016
Organização de uma Fórmula
Numa Fórmula há uma organização a ser seguida.
As constantes sempre vem à frente.
Exemplo:

As seguintes constantes vem à frente:
1. K0
2.G
3. μ0
As constantes sempre vem à frente.
Exemplo:

As seguintes constantes vem à frente:
1. K0
2.G
3. μ0
sábado, 11 de junho de 2016
Área do Triângulo
Essa Fórmula serve para qualquer triângulo, desde que saibamos a sua Altura (h)
Conceito de Altura: A Altura sempre é perpendicular, ou seja, faz 90° (um ângulo reto) com a base.
Sabendo a Altura, podemos calcular a área do triângulo que equivale à:
A= b.h / 2
CGS x MKS
CGS-> Centímetro, Grama e Segundo
MKS-> Metro, Quilograma e Segundo
O Sistema utilizado atualmente é o MKS que é incluso no SI [ Sistema Internacional de Unidades]
Ex de CGS e MKS:
F= m.a
1. CGS -> F= [g].[cm].[s^-2]
2. MKS-> F= [kg].[m].[s^-2]
MKS-> Metro, Quilograma e Segundo
O Sistema utilizado atualmente é o MKS que é incluso no SI [ Sistema Internacional de Unidades]
Ex de CGS e MKS:
F= m.a
1. CGS -> F= [g].[cm].[s^-2]
2. MKS-> F= [kg].[m].[s^-2]
Dina (Dyn) X Newton
Dina*
O Nome vem do grego (dynamis), que significa força, poder.
CGS- Pressupõe a unidade Dina
MKS (Novo SI)- Pressupõe a unidade Newton
Essas são as unidades de Força
Conversão de Newton Para Dina
N/ Dyn= 10^5 ->> 1N= 10^5 Dyn e 1Dyn= 10^-5 N
O Nome vem do grego (dynamis), que significa força, poder.
CGS- Pressupõe a unidade Dina
MKS (Novo SI)- Pressupõe a unidade Newton
Essas são as unidades de Força
Conversão de Newton Para Dina
N/ Dyn= 10^5 ->> 1N= 10^5 Dyn e 1Dyn= 10^-5 N
quinta-feira, 9 de junho de 2016
Porque Leite de Magnésia e não Soda cáustica
A soda cáustica (NaOH) é uma base forte; o leite de magnésia (suspensão de Mg(OH)2) é
uma base fraca. Isto ajuda a entender por que o leite de magnésia pode ser ingerido, mas a
soda cáustica, não.
uma base fraca. Isto ajuda a entender por que o leite de magnésia pode ser ingerido, mas a
soda cáustica, não.
Sais
Resultado do processo denominado reação de neutralização ou salificação, no qual uma base reage com um ácido.
Exemplo: HCl (ácido) + NaOH (base) = NaCl (Sal) + H20 (Óxido de Hidrogênio)
Exemplo: HCl (ácido) + NaOH (base) = NaCl (Sal) + H20 (Óxido de Hidrogênio)
Óxidos
Compostos Binários no qual o elemento mais eletronegativo é Oxigênio.
Elementos mais eletronegativos: FON FON
FON
1.Flúor
2. Oxigênio
3. Nitrogênio
O Oxigênio pode ser ligado a qualquer um, menos com o flúor.
Elementos mais eletronegativos: FON FON
FON
1.Flúor
2. Oxigênio
3. Nitrogênio
O Oxigênio pode ser ligado a qualquer um, menos com o flúor.
terça-feira, 7 de junho de 2016
De BTU para Watts
BTU Para Watts
0,3 x BTU= Watts
Watts para BTU
Watts/ 0,3 = BTU
OBS: Essa Conversão resulta na Potência de Refrigeração que é diferente da Potência Elétrica do Aparelho (Condicionador de ar)
0,3 x BTU= Watts
Watts para BTU
Watts/ 0,3 = BTU
OBS: Essa Conversão resulta na Potência de Refrigeração que é diferente da Potência Elétrica do Aparelho (Condicionador de ar)
Fundo de Escala
Fundo de escala é a máxima deflexão do ponteiro, ou valor máximo que pode ser mostrado num mostrador digital, correspondendo ao maior valor que o equipamento de medição pode mostrar, por exemplo a maior intensidade de corrente que um Amperímetro pode registrar.
Com intensidades superiores à corrente de fundo de escala o ponteiro é forçado contra o extremo do mostrador, podendo danificar-se.
segunda-feira, 6 de junho de 2016
Energia Potencial Elástica
Energia Potencial Elástica
Corresponde ao trabalho que a força Elástica realiza.
Como a força elástica é uma força variável, seu trabalho é calculado através do cálculo da área do seu gráfico, cuja Lei de Hooke diz ser:
Como a área de um triângulo é dada por:
Obs:Nesse caso a distância (d) percorrida pelo corpo será igual a x, ou seja, x=d
Então:
Teorema da Energia Cinética (TEC)
Teorema da Energia Cinética
O Teorema da Energia Cinética (TEC) diz que:
"O trabalho da força resultante é medido pela variação da energia cinética."
Ou seja:
Exemplo:
Qual o trabalho realizado por um corpo de massa 10kg que inicia um percurso com velocidade 10m/s² até parar?
sexta-feira, 3 de junho de 2016
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